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	<title>Recomendações | Cartas &amp; Vinhos</title>
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	<description>Por José Luiz G Pagliari</description>
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	<title>Recomendações | Cartas &amp; Vinhos</title>
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		<title>Jancis Robinson responde perguntas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 02:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recomendações]]></category>
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					<description><![CDATA[Jancis Robinson é uma personalidade marcante no mundo do vinho, e seu site www.jancisrobinson.com é uma referência segura. Apesar de boa parte de suas páginas serem exclusivas para os assinantes – principalmente degustações e insights – quase um terço dos artigos está disponível para o visitante em geral, nessa seção na categoria “free for all”. [&#8230;]]]></description>
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<p>Jancis Robinson é uma personalidade marcante no mundo do vinho, e seu site <a href="http://www.jancisrobinson.com">www.jancisrobinson.com</a> é uma referência segura. Apesar de boa parte de suas páginas serem exclusivas para os assinantes – principalmente degustações e <em>insights</em> – quase um terço dos artigos está disponível para o visitante em geral, nessa seção na categoria “free for all”. Muitos desses textos são versões de textos dela no jornal Financial Times.</p>



<p>Recentemente Jancis publicou uma série de respostas a perguntas propostas por aquele jornal, “<a href="http://www.jancisrobinson.com/articles/121-questions-about-wine" data-type="link" data-id="www.jancisrobinson.com/articles/121-questions-about-wine">121 questions about wine</a>”, divididas em três níveis: iniciante, entusiasta e <em>expert</em>. Esse conjunto de informações forma um verdadeiro guia de vinhos. E não se julgue conhecedor de tudo, há conceitos importantes desde o início: vinhos brancos, tintos, rosés e laranjas; vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais; uvas híbridas; taças e apetrechos; aquecimento climático e consumo consciente etc.</p>



<p>Mesmo que algumas das dúvidas sejam direcionadas para o mercado britânico, o volume de conhecimento oferecido é considerável, dentro do estilo ponderado da especialista inglesa.</p>
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		<title>Um abril bastante agitado</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/recomendacoes/um-abril-bastante-agitado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 13:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recomendações]]></category>
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					<description><![CDATA[A agenda dos vinhos vinha acontecendo timidamente nos primeiros meses. Fevereiro e março trouxeram novidades. Abril começa para dar volume com o que vem de fora, sem esquecer os nacionais. Itália, Portugal e América Latina estarão aí com toda a força. No dia 5/4 desembarcará em São Paulo o Top Italian Wines Roadshow do grupo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agenda dos vinhos vinha acontecendo timidamente nos primeiros meses. Fevereiro e março trouxeram novidades. Abril começa para dar volume com o que vem de fora, sem esquecer os nacionais. Itália, Portugal e América Latina estarão aí com toda a força.</p>
<p>No dia 5/4 desembarcará em São Paulo o <strong>Top Italian Wines Roadshow</strong> do grupo editorial <strong>Gambero Rosso</strong>, apresentando cerca de 200 vinhos de 42 produtores italianos através de degustações, além de <em>master classes</em> conduzidas pelo editor Marco Sabellico. Informações e inscrições com <a href="http://cristinaneves.com.br/index.php?p=contato"><strong>Cristina Neves Comunicação e Eventos</strong></a>.</p>
<p>Falando de guias, <strong>Descorchados</strong>, a importante bússola de vinhos do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil, terá sua edição 2018 lançada no dia 10/4.  A obra é coordenada por Patrício Tapia e tem a colaboração de Eduardo Milan, editor de vinhos da revista Adega. Durante o evento haverá uma grande feira com a presença de uma centena de produtores. Informações podem ser encontradas no site da <a href="http://revistaadega.uol.com.br/artigo/guia-descorchados-2018_11100.html"><strong>revista Adega</strong></a> .</p>
<p>Portugal é o próximo da lista: em 12/4 o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) e a Essência do Vinho apresentam o <strong>Porto &amp; Douro wine tasting Brasil’2018</strong>, com os vinícolas da Região Demarcada do Douro apresentando seus produtos. Paralelamente haverá degustações comentadas. Inscrições <strong><a href="http://cadastro.portodourointernationaltasting.com/">online</a> </strong>.</p>
<p>Em 13/4, São Paulo tem o <strong>10° Road Show da Adega Alentejana 2018</strong> ‒ que inicia em 9/4 em Cuiabá e segue para mais outras dez cidades ‒ com uma vintena de empresas do vinho e de alimentos apresentando seu portfólio, em sua maioria de Portugal. Detalhes no <strong><a href="http://alentejana.com.br/pages/detalhe_geral?item=25">site da importadora</a> </strong>.</p>
<p>No dia 19/4 comemora-se no Brasil o <strong>Malbec Day 2018</strong> ‒ idealizado pela Wines of Argentina ‒ com vinho, comida e música. Ingressos no <a href="https://foodpass.com.br/evento/malbec-day">Foodpass</a> .</p>
<p>Além de eventos fechados promovidos por importadores, teremos ainda no dia 3/4 uma <strong>Degustação orientada de Gin</strong> com <strong>José Osvaldo Albano do Amarante</strong>, autor da obra “Os Segredos do Gim”. Inscrição no site da <a href="http://sbav-sp.com.br/cursos/degustacao-orientada-de-gin/"><strong>SBAV-SP</strong></a> .</p>
<hr />
<p><em>A bela folha de calendário que abre esta matéria é de autoria do espanhol <strong>Alberto Pérez González</strong>. Anualmente Alberto faz edições limitadas de calendários ilustrados com baralhos raros, quase sempre de seu país, com um texto rico em detalhes sobre as peças selecionadas. O projeto gráfico também é feito por ele</em>.</p>
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		<title>Relatório da OIV sobre as variedades de uva pelo mundo</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/recomendacoes/relatorio-da-oiv-sobre-as-variedades-de-uva-pelo-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 20:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendações]]></category>
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					<description><![CDATA[A OIV (Organisation Internationale de la Vigne et du Vin) é uma organização intergovernamental de natureza científica e técnica, de competência reconhecida nos domínios da videira, vinho, bebidas à base de vinho, uvas de mesa, uva passa e outros produtos da vinha. A OIV lançou no seu site na semana passada um interessante trabalho, que merece [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>OIV</strong> (Organisation Internationale de la Vigne et du Vin) é uma organização intergovernamental de natureza científica e técnica, de competência reconhecida nos domínios da videira, vinho, bebidas à base de vinho, uvas de mesa, uva passa e outros produtos da vinha.</p>
<p>A OIV lançou no seu <a href="http://www.oiv.int/">site</a> na semana passada um interessante trabalho, que merece ser conhecido: “Distribution of the world’s grapevine varieties”/ “Distribution variétale du vignoble dans le monde”. O texto disponível em <a href="http://www.oiv.int/public/medias/5865/en-distribution-of-the-worlds-grapevine-varieties.pdf">inglês</a> e <a href="http://www.oiv.int/public/medias/5861/fr-distribution-vari-tale-du-vignoble-dans-le-monde.pdf">francês</a> abrange tanto a uva para vinho, como para mesa, uva passa ou outra destinação, abordando cerca de 75% dos vinhedos do mundo. Mostra também as tendências de cada variedade do ano 2000 para cá.</p>
<p>O exame dos números traz uma série de informações básicas, como que dentre as dez mil variedades de uva conhecidas do mundo, 13 cobrem mais de um terço da área vitivinícola mundial, ou que 33 delas cobrem 50% da terra vitivinícola.</p>
<p>Com 365 mil ha, a variedade de uva de mesa <strong>Kyoho</strong> é a mais plantada. Cruzamento de <em>vinifera</em> (Ishiharawase) com <em>labruscana</em> (Centennial), ela foi difundida no Japão nos anos 50, mas hoje a China é responsável por mais de 90% de sua produção.</p>
<p>A seguir vem a <strong>Cabernet Sauvignon</strong>, em 341 mil ha. Junto com a Syrah, Merlot e Chardonnay, em ordem crescente, é das variedades plantadas em maior número de países.</p>
<p>São analizados os 15 países com maior extensão de vinhedos. Primeiro, <strong>Espanha</strong>, com 974 mil ha, onde a Airen lidera, mas está perdendo espaço para a Tempranillo, que vem a seguir. O segundo país em área vitivinícola é a China, tendo as uvas Kyoho e Red Globe a participação de mais de 60% do total.</p>
<p>O <strong>Brasil</strong> está na 14ª posição, com os 13 mil ha de Isabella liderando a área plantada. A Cabernet Sauvignon, a primeira vinífera do ranking no país, está em décima posição, com mil ha.</p>
<p>Interessante é a atenção que o trabalho dá à diversificação de variedades, onde a <strong>Romênia</strong> (principalmente), Itália, Grécia, Hungria e Portugal tem vinhedos mais pulverizados quanto às variedades, muitas delas locais, nenhuma chegando a 10% da área total.</p>
<p>O site da OIV também disponibiliza a <a href="http://www.oiv.int/public/medias/5851/grapevine-varieties-area-by-country-2015-focus-oiv-2017.pdf">tabela</a> que serviu para alimentar o relatório, detalhando numericamente as superfícies ocupadas pelas variedades em 2015 e os países que as cultivam. Curioso verificar nela que para o Brasil a família da Moscato está representada pela Muscat Blanc à Petits Grains (531 ha), pela híbrida Moscato Embrapa (475 ha), mas nada de Moscato Giallo, que tem dado excelentes brancos em nosso país!</p>
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		<title>Livro: Vinho fino brasileiro</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/recomendacoes/livro-vinho-fino-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 05:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recomendações]]></category>
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					<description><![CDATA[Publicado há dois anos, a obra de Rogerio Dardeau veio se aprofundar num assunto pouco conhecido entre os apreciadores de vinhos deste país, o vinho fino brasileiro. Sim, fora meia dúzia de empresas com estrutura logística e de divulgação, o nosso vinho está injustamente longe do enófilo, com exceção do gaúcho, que o consome costumeiramente. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado há dois anos, a obra de Rogerio Dardeau veio se aprofundar num assunto pouco conhecido entre os apreciadores de vinhos deste país, o vinho fino brasileiro. Sim, fora meia dúzia de empresas com estrutura logística e de divulgação, o nosso vinho está injustamente longe do enófilo, com exceção do gaúcho, que o consome costumeiramente.</p>
<p>Após os guias de José Osvaldo Albano do Amarante, “Vinhos do Brasil e do Mundo” (1983) e “Vinhos e Vinícolas do Brasil” (1986), tivemos poucas incursões com o detalhe que Dardeau nos proporciona.</p>
<p>São mais de 300 produtores citados, 170 deles com detalhes. É curiosa a proposta de divisão deles em vinícolas tradicionais (grande, médio e pequeno porte), vinícolas-butique, vinhos de autor ou de garagem (já com Vinha Una e Zenker) e grandes investimentos vitivinícolas do Vale do Rio São Francisco.</p>
<p>Muito útil o índice de vinícolas, além de outro, com os “vinhos históricos” citados.</p>
<p>Completa a obra sugestões de harmonização da cozinha brasileira com vinhos, bibliografia e relação de blogs e sites brasileiros.</p>
<p><a href="http://mauad.com.br/index.php?route=product/product&amp;path=70_101&amp;product_id=20189">Vinho fino brasileiro<br />
</a>Rogerio Dardeau<br />
Editora Mauad X<br />
2015<br />
R$68,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://mauad.com.br/index.php?route=product/product&amp;path=70_101&amp;product_id=20189" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-1712" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2017/07/livro_dardeau.jpg" alt="" width="669" height="1000" /></a></p>
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