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	<title>Vinícolas pelo Mundo | Cartas &amp; Vinhos</title>
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	<description>Por José Luiz G Pagliari</description>
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	<title>Vinícolas pelo Mundo | Cartas &amp; Vinhos</title>
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		<title>Coppo, Canelli</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 17:27:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Saindo de Neive, no Langhe, e atravessando uma série de montanhas em direção a leste, chegamos na província de Asti, Monferrato, área onde a Barbera produz vinhos muito atraentes, além dos elaborados com diversas castas autóctones. As seculares adegas da Coppo, Patrimônio Mundial da UNESCO, são localizadas no centro da comuna de Canelli, que tem [&#8230;]]]></description>
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<p>Saindo de Neive, no Langhe, e atravessando uma série de montanhas em direção a leste, chegamos na província de Asti, Monferrato, área onde a Barbera produz vinhos muito atraentes, além dos elaborados com diversas castas autóctones. </p>



<p>As seculares adegas da Coppo, Patrimônio Mundial da UNESCO, são localizadas no centro da comuna de Canelli, que tem longa história com seu espumante. A família <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.coppo.it/" data-type="URL" data-id="https://www.coppo.it/" target="_blank">Coppo</a></strong> tem elaborado seus vinhos ao longo de 120 anos.</p>



<p>A agricultura é orgânica e na fermentação se utilizam leveduras selecionadas neutras para manter as características originais do vinhedo.</p>



<p>Em 2019 exportava 40% da produção. Quem os traz ao Brasil é a <strong><a href="https://www.mistral.com.br/" data-type="URL" data-id="https://www.mistral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mistral</a></strong>.</p>



<p>São quatro as linhas principais: o Barbera, o espumantes método clássico, o Chardonnay e o Moscato d’Asti.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="2358" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1984ppm-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2358" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1984ppm-768x1024.jpeg 768w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1984ppm-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1984ppm-600x800.jpeg 600w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1984ppm.jpeg 785w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" width="633" height="844" data-id="2359" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1990ppm.jpeg" alt="" class="wp-image-2359" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1990ppm.jpeg 633w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1990ppm-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/08/IMG_1990ppm-600x800.jpeg 600w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</figure>



<p>É difícil destacar algum vinho entre os provados, todos excelentes: o austero espumante Clelia Coppo Brut Rosé Metodo Classico 2019 e o fora-de-série Riserva Coppo Brut Metodo Classico 2009 (nas safras atuais seriam Alta Langa DOCG); os elegantes brancos Monteriolo Piemonte DOC Chardonnay 2019 e RdF Piemonte DOC Chardonnay 2017; os tintos finos Pomorosso Nizza DOCG 2019 e 2014 (aqui ainda Barbera d’Asti DOCG), e o prazeroso Bric del Marchese Nizza DOCG 2018.</p>
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		<title>Piero Busso, Neive</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/piero-busso-neive/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Piero Busso nos anos 1970 retomou o trabalho de seu pai Guido na parcela Albesani, lançando em 1982 a primeira garrafa de Barbaresco Albesani. Hoje os filhos Pierguido e Emanuela (foto acima) estão envolvidos no trabalho da empresa. Os 8 ha entre Neive e Treiso tem certificação orgânica, sem utilização de produtos de síntese. A [&#8230;]]]></description>
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<p>Piero Busso nos anos 1970 retomou o trabalho de seu pai Guido na parcela Albesani, lançando em 1982 a primeira garrafa de Barbaresco Albesani. Hoje os filhos Pierguido e Emanuela (foto acima) estão envolvidos no trabalho da <strong><a href="https://www.pierobusso.com/" data-type="URL" data-id="https://www.pierobusso.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresa</a></strong>.</p>



<p>Os 8 ha entre Neive e Treiso tem certificação orgânica, sem utilização de produtos de síntese. A intervenção no campo e na adega é limitada. Sua filosofia na cantina é de fermentação espontânea, longa maceração, sem sangria, com o chapéu de sólidos descamado, mas não quebrado.</p>



<p>Trinta por cento da produção anual de cerca de 40 mil garrafas é vendida na Itália. O principal mercado externo é o Norte da Europa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" width="538" height="717" data-id="2348" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1890p.jpeg" alt="" class="wp-image-2348" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1890p.jpeg 538w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1890p-300x400.jpeg 300w" sizes="(max-width: 538px) 100vw, 538px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="523" height="697" data-id="2349" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1888p.jpeg" alt="" class="wp-image-2349" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1888p.jpeg 523w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1888p-300x400.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 523px) 100vw, 523px" /></figure>
</figure>



<p>Dentre os tintos provados, destaque para o prazeroso Barbaresco DOCG Gallina 2018, o elegante Barbaresco DOCG Albesani Vigna Borgese 2019 e o Barbera d’Alba DOC Majano 2020, nítido e intenso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tenute Cisa Asinari dei Marchesi di Grésy, Barbaresco</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/tenute-cisa-asinari-dei-marchesi-di-gresy-barbaresco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 21:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentre os 35 ha de vinhedos nas quatro propriedades da empresa, a tenuta Martinenga se destaca: é propriedade da família desde 1797, sendo hoje o único monopólio vitivinícola da zona do Barbaresco. Esse vinhedo privilegiado forma um anfiteatro de 12 ha em torno da adega, tendo em suas pontas dois vinhedos que produzem Barbaresco distintos: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dentre os 35 ha de vinhedos nas quatro propriedades da <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.marchesidigresy.com/" data-type="URL" data-id="https://www.marchesidigresy.com/" target="_blank">empresa</a></strong>, a <em>tenuta</em> Martinenga se destaca: é propriedade da família desde 1797, sendo hoje o único monopólio vitivinícola da zona do Barbaresco. Esse <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.marchesidigresy.com/martinenga" data-type="URL" data-id="https://www.marchesidigresy.com/martinenga" target="_blank"><strong>vinhedo</strong></a> privilegiado forma um anfiteatro de 12 ha em torno da adega, tendo em suas pontas dois vinhedos que produzem Barbaresco distintos: Gaiun Martinenga e Camp Gros Martinenga.</p>



<p>Sua agricultura e vinificação com <em>botti</em> e <em>barriques</em> são tradicionais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="672" height="504" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1852pp.jpeg" alt="sala de barricas subterrânea" class="wp-image-2340" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1852pp.jpeg 672w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1852pp-400x300.jpeg 400w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1852pp-380x285.jpeg 380w" sizes="auto, (max-width: 672px) 100vw, 672px" /><figcaption class="wp-element-caption">sala de barricas subterrânea</figcaption></figure>



<p>Exporta metade da produção, sendo o principal mercado a América do Norte. No momento não tem importador no Brasil.</p>



<p>Na degustação feita durante a visita à Azienda Agricola Martinenga, destaque ao Camp Gros Martinenga Barbaresco Riserva DOCG 2015, um tinto fora de série, obtido de uma parcela de 2,5 ha voltada a sudoeste para o <em>cru</em> Rabajà, favorecida pelo seu <em>terroir</em>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="614" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1860mp.jpeg" alt="" class="wp-image-2342" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1860mp.jpeg 819w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1860mp-400x300.jpeg 400w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1860mp-380x285.jpeg 380w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1860mp-768x576.jpeg 768w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1860mp-800x600.jpeg 800w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p>Curiosa a comparação dos pares de vinhos de diferentes safras: o Martinenga Barbaresco DOCG 2018 e o 2008 já domados, com as diferenças nas idades e nos perfis de safra, enquanto o Gaiun Martinenga Barbaresco DOCG 2012 e o 2017 ainda precisando de tempo para melhor se mostrar.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma primeira visita ao Langhe, Piemonte &#8211; Barbaresco</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/uma-primeira-visita-ao-langhe-piemonte-barbaresco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jul 2023 21:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A região do Barbaresco está a menos de 20 km da região do Barolo. Com área plantada que não chega à metade da outra região, possui 66 MGA, pertencentes às comunas de Barbaresco, Neive, Treiso, além de Alba, que em San Rocco Seno d&#8217;Elvio contribui com uma única parcela (Rocche Massalupo). O portal da Enoteca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A região do <strong>Barbaresco</strong> está a menos de 20 km da região do Barolo. Com área plantada que não chega à metade da outra região, possui 66 MGA, pertencentes às comunas de Barbaresco, Neive, Treiso, além de Alba, que em San Rocco Seno d&#8217;Elvio contribui com uma única parcela (Rocche Massalupo). O portal da Enoteca Regionale del Barbaresco disponibiliza um <a href="https://www.enotecadelbarbaresco.com/wp-content/uploads/2019/03/Mappa-ufficiale-del-Barbaresco.pdf" data-type="URL" data-id="https://www.enotecadelbarbaresco.com/wp-content/uploads/2019/03/Mappa-ufficiale-del-Barbaresco.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>mapa</strong> </a>com as MGA.</p>



<p>O Barbaresco tem uma história mais recente que a do Barolo. Seu estilo tradicionalmente menos pesado que o Barolo e a exigência de menor tempo em cantina que aquele não o rebaixa. Continuam sendo ambos de longa guarda, mas de perfis diferentes.</p>



<p>Como também ocorre com o Barolo, a vinificação e a maturação também devem ocorrer dentro da área de produção da DOCG, com poucas exceções, concedidas por razões históricas à alguns estabelecimentos, que têm permissão de fazê-lo fora da área. Já o local de engarrafamento, é livre.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="570" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1898pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2334" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1898pp.jpeg 760w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1898pp-400x300.jpeg 400w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1898pp-380x285.jpeg 380w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure>



<p>Como local de estadia, escolhi a pitoresca vila de <strong>Neive</strong> (Neive-Borgonovo), na parte alta dessa comuna.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marziano Abbona, Dogliani</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/marziano-abbona-dogliani/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 18:59:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao sul da denominação Barolo, em zona mais tranquila, chega-se a Dogliani, também uma DOCG, de forte identificação com a uva Dolcetto. A história recente da família Abbona começa com Celso, pai de Marziano Abbona, plantando Dolcetto em Bricco Doriolo na parcela Santa Lucia de Dogliani. Marziano e o irmão Enrico continuaram a gestão com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao sul da denominação Barolo, em zona mais tranquila, chega-se a <strong>Dogliani</strong>, também uma DOCG, de forte identificação com a uva <strong>Dolcetto</strong>.</p>



<p>A história recente da família <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.abbona.com/" data-type="URL" data-id="https://www.abbona.com/" target="_blank"><strong>Abbona</strong> </a>começa com Celso, pai de Marziano Abbona, plantando Dolcetto em Bricco Doriolo na parcela Santa Lucia de Dogliani. Marziano e o irmão Enrico continuaram a gestão com a morte do pai em 1964. Sucedem a aquisição de terras em Monforte d’Alba e Novello, a morte de Enrico, as entradas de suas filhas Mara e Chiara na enologia e administração.</p>



<p>A nova adega subterrânea em Borgata San Luigi é inaugurada em 2006.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="601" height="801" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1715map.jpg" alt="" class="wp-image-2327" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1715map.jpg 601w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1715map-300x400.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px" /></figure>



<p>Foram provados bons vinhos, entre espumantes, brancos e tintos. Destaque para o ícone Papà Celso Dogliani DOCG 2021, de finos taninos, elaborado com uvas do vinhedo Doriolo, com mais de 60 anos. O elegante Pressenda Barolo Riserva DOCG 2015 apresenta um belo conjunto. Ambos são obtidos por fermentação espontânea.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="934" data-id="2328" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1731pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2328" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1731pp.jpeg 700w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1731pp-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1731pp-600x800.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="614" height="819" data-id="2329" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1742p.jpeg" alt="" class="wp-image-2329" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1742p.jpeg 614w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1742p-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1742p-600x800.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px" /></figure>
</figure>



<p>Agradaram também os espumantes Extra Brut Metodo Classico e Alta Langa Bianco DOCG Extra Brut 2018, ambos sem licor de expedição, e a partir de Pinot Noir e Chardonnay de vinhedo junto à adega.</p>



<p>Brancos bem conseguidos: Cinerino Langhe DOC Bianco 2021 – varietal Viognier, passa 6 a 7 meses em <em>botti</em> de acácia – e Tistin Roero Arneis DOCG 2021.</p>



<p>Curioso o vinhedo local de Favorita para o branco Valle dell’Olmo Langhe DOC, já que essa variedade é mais utilizada na região de Roero.</p>



<p>Os rótulos de flores e animais desenhados por <strong><a href="https://www.giannigallo.it/gianni-gallo/" data-type="URL" data-id="https://www.giannigallo.it/gianni-gallo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gianni Gallo</a></strong> valorizam as garrafas.</p>



<p>Os vinhos de Marziano Abbona são importados pela <strong><a href="https://www.mistral.com.br" data-type="URL" data-id="https://www.mistral.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mistral</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Franco Conterno Cascina Sciulun, Monforte dʼAlba</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/franco-conterno-cascina-sciulun-monforte-d%ca%bcalba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 20:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A azienda leva o nome do próprio administrador, diferente do que normalmente acontece com algumas outras casas, que mantém a designação dos antepassados. Foi Pietro, o avô de Franco Conterno, que passou de fornecedor de uva Nebbiolo da sua propriedade Cascina Sciulun para produtor de seu próprio vinho. Franco assumiu o comando em 1995. Nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <em>azienda</em> leva o nome do próprio <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.francoconterno.it/" data-type="URL" data-id="https://www.francoconterno.it/" target="_blank">administrador</a></strong>, diferente do que normalmente acontece com algumas outras casas, que mantém a designação dos antepassados. Foi Pietro, o avô de <strong>Franco Conterno</strong>, que passou de fornecedor de uva Nebbiolo da sua propriedade <strong>Cascina Sciulun</strong> para produtor de seu próprio vinho. Franco assumiu o comando em 1995. Nos últimos anos participam seus filhos: Andrea, cuidando da lavoura junto com o pai, e Daniele, da adega. Vilma Gabutti, esposa de Franco, gere o agroturismo. Aliás, a Cascina Sciulun é um bom local de hospedagem para explorar a região. Situada na parcela Bussia, a pousada oferece locação de bicicletas, passeio a cavalo, degustação de avelãs e de queijos junto aos produtores. Preferi ficar ali no meio dos vinhedos ao invés da cidade de Alba, como normalmente é recomendado.</p>



<p>Doze dos 28 ha de vinhedos ficam em torno da adega. Desde 2015 a propriedade tem certificação de<em> Azienda Biologica</em>. Em Madonna di Como possui 10 ha, principalmente para os brancos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1599pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2320" width="586" height="440" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1599pp.jpeg 586w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1599pp-400x300.jpeg 400w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1599pp-380x285.jpeg 380w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /></figure>



<p>Conversando com Franco (setembro/2022) sobre a seca durante o ano, ele estava mais apreensivo com a questão da acidez da uva do que na quebra de produção, já que a planta retém os ácidos como defesa à falta de água.</p>



<p>A adega foi reestruturada em 2017. Utiliza-se leveduras selecionadas para os brancos, e fermentação espontânea para os tintos. <em>Botti,</em> <em>tonneaux</em> e <em>barriques</em> usadas; novas, só para o Barbera.</p>



<p>Exporta quase 70% da produção. No Brasil era distribuído pela Rosso &amp; Rouge Group.</p>



<p>Dentre seus vinhos, chamam atenção o Barolo Riserva DOCG Sette7anni, que passa 84 meses em <em>botte</em> grande, e o espumante Metodo Classico Extra Brut VSQ na Punta, elaborado com as pontas dos cachos de uva – onde os bagos têm mais acidez – de Panerole e Bussia, com 3 a 5 anos sobre as leveduras, segundo projeto <a href="https://nebbionecom.wordpress.com/" data-type="URL" data-id="https://nebbionecom.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Nebbione</strong> </a>do enólogo consultor <strong>Sergio Molino</strong>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="599" height="799" data-id="2321" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_2905p.jpeg" alt="" class="wp-image-2321" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_2905p.jpeg 599w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_2905p-300x400.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 599px) 100vw, 599px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="612" height="816" data-id="2322" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1778ap.jpg" alt="" class="wp-image-2322" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1778ap.jpg 612w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1778ap-300x400.jpg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1778ap-600x800.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px" /></figure>
</figure>



<p>O Barolo Riserva Bussia DOCG 2015 é elegante e complexo, já sendo prazeroso; o Barbera d&#8217;Alba Superiore DOC Cascina Sciulun 2020 é fresco e dócil; o Langhe Nascetta DOC del comune di Novello 2021 é nítido e bem conseguido. Em relação a este branco, autóctone da comuna de Novello, Sergio Molino tem especial atenção, dizendo que há mais de 40 produtores dessa variedade.</p>
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		<title>Elvio Cogno, Novello</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/elvio-cogno-novello/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 19:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Elvio Cogno decidiu nos anos 1950 largar a restauração para trabalhar na vitivinicultura, primeiro como colaborador, depois por conta própria após a aquisição em 1990 da Cascina Nuova, na localidade Ravera. Seu primeiro Barolo em 1991 trazia no rótulo a menção geográfica Ravera, quase vinte anos antes das MGA serem regulamentadas pela legislação. Ainda em [&#8230;]]]></description>
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<p>Elvio Cogno decidiu nos anos 1950 largar a restauração para trabalhar na vitivinicultura, primeiro como colaborador, depois por conta própria após a aquisição em 1990 da Cascina Nuova, na localidade Ravera. Seu primeiro Barolo em 1991 trazia no rótulo a menção geográfica <strong>Ravera</strong>, quase vinte anos antes das MGA serem regulamentadas pela legislação. Ainda em 1991 decide utilizar a variedade <strong>Nebbiolo de biotipo Rosé</strong> para a <strong>Vigna Elena</strong>, outro vinhedo em Ravera.</p>



<p>Aqui vale uma explicação: existem 4 biotipos de Nebbiolo, com controvérsias: Lampia, Michet, Rosé e Bolla. Os dois primeiros são amplamente utilizados; o Rosé é pouco plantado pela baixa concentração de antocianos, dando um tinto de coloração ainda menos intensa; o último foi abandonado pela sua alta produtividade.</p>



<p>Hoje a administração da <strong><a href="https://www.elviocogno.com" data-type="URL" data-id="https://www.elviocogno.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vinícola</a> </strong>é feita pelo seu genro Valter Fissore e sua filha Nadia Cogno, que já trabalhavam com Elvio há longo tempo.</p>



<p>Dos 16 ha de vinhas, 11 ha deles são no <em>cru</em> Ravera, dispostos em volta da vinícola. Neles se procura a sustentabilidade do trabalho agrícola, não utilizando herbicidas e optando por adubo orgânico. Nesta MGA são feitos quatro Barolo de vinhedo.</p>



<p>A empresa tem agora parceria no Barbaresco, produzindo para aquela DOCG.</p>



<p>Vale ainda destacar uma pequena parcela de Barbera pré-filoxera na MGA Berri, de La Morra, também em parceria.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="614" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1678p.jpeg" alt="" class="wp-image-2309" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1678p.jpeg 819w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1678p-400x300.jpeg 400w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1678p-380x285.jpeg 380w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1678p-768x576.jpeg 768w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1678p-800x600.jpeg 800w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p>Na adega, em plano inferior, os vinhos maturam em <em>botti</em> de carvalho da Eslavônia de 1,5 a 5 mil litros.</p>



<p>Cerca de 80% da produção é exportada, divididas igualmente entre Europa, EUA e Ásia/Oceania.</p>



<p>Variedade que parece ter sua origem na comuna de Novello, a branca <strong>Nascetta </strong>é citada em crônicas da metade do século 19. Uma curiosidade que Elvio Cogno produz há quase trinta anos. Provado o Langhe Nascetta DOC del comune di Novello Anas-Cëtta 2020.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="642" height="856" data-id="2314" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1679pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2314" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1679pp.jpeg 642w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1679pp-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1679pp-600x800.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="705" height="940" data-id="2315" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1690pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2315" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1690pp.jpeg 705w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1690pp-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1690pp-600x800.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" /></figure>
</figure>



<p>Dos tintos degustados, destaque para o austero e clássico Barolo DOCG Ravera 2018 e o fresco Barbera d&#8217;Alba DOC Bricco dei Merli 2020.</p>
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		<title>Massolino e a Vigna Rionda, Serralunga d’Alba</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/massolino-e-a-vigna-rionda-serralunga-dalba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 20:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[O simpático Franco Massolino e seu irmão Roberto são da quarta geração da família que começou vendendo vinho a granel, através de seu bisavô Giovanni em 1896. Desde a aquisição de terras em Vigna Rionda por seu avô, a história da Massolino esteve sempre vinculada àquele cru. Hoje, como enólogo, Franco conduz a filosofia da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O simpático Franco Massolino e seu irmão Roberto são da quarta geração da família que começou vendendo vinho a granel, através de seu bisavô Giovanni em 1896. Desde a aquisição de terras em Vigna Rionda por seu avô, a história da <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.massolino.it/" data-type="URL" data-id="https://www.massolino.it/" target="_blank">Massolino </a>esteve sempre vinculada àquele <em>cru</em>. Hoje, como enólogo, Franco conduz a filosofia da empresa: refletir no vinho plenamente as características da fruta e do território.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="768" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1604pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2300" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1604pp.jpeg 768w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1604pp-400x400.jpeg 400w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1604pp-700x700.jpeg 700w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>A vinícola está situada no centro histórico de Serralunga d’Alba. Um amplo terraço abre para um belo panorama. Os 42 ha de vinhedos incluem vinha em Castiglione Falletto no <em>cru</em> Parussi e terras na Alta Langa para o Riesling. De parceria na região do Barbaresco resultou em 2019 a primeira safra de Massolino naquela região.</p>



<p>A cantina, renovada há sete anos, utiliza <em>botti</em> de 10 mil litros de carvalho da Eslavônia e austríacos para repouso dos vinhos. Setenta por cento da produção é exportada, tendo Europa e EUA o mesmo peso. No Brasil, os vinhos Massolino são importados pela <strong><a href="https://www.zahil.com.br/" data-type="URL" data-id="https://www.zahil.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Zahil</a></strong>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="613" height="818" data-id="2301" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1625pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2301" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1625pp.jpeg 613w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1625pp-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1625pp-600x800.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 613px) 100vw, 613px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="631" height="842" data-id="2302" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1634pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2302" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1634pp.jpeg 631w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1634pp-300x400.jpeg 300w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1634pp-600x800.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px" /></figure>
</figure>



<p>Entre os tintos degustados, destaque para os <em>crus</em> de Barolo e Barbaresco, especialmente o Barolo DOCG Vigna Rionda Riserva 2016 Etichetta Nera, desse vinhedo de referência, em excelente safra. Já o Barbera d’Alba DOC 2021, o Langhe DOC Nebbiolo 2020 e o Barolo DOCG 2018 são acessíveis, fáceis de gostar. Dentre os brancos, destaque para o envolvente Langhe DOC Chardonnay 2020.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma primeira visita ao Langhe, Piemonte &#8211; Barolo</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/uma-primeira-visita-ao-langhe-piemonte-barolo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 20:41:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Barolo e Barbaresco são dois dos mais prestigiados vinhos italianos. Sua região produtora é destino obrigatório para os amantes do vinho. Era um projeto meu já há algum tempo fazer essa viagem. Partindo-se de Turim, principal cidade da região italiana do Piemonte, em pouco mais de uma hora e a 70 km a sudeste chega-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Barolo </strong>e <strong>Barbaresco </strong>são dois dos mais prestigiados vinhos italianos. Sua região produtora é destino obrigatório para os amantes do vinho. Era um projeto meu já há algum tempo fazer essa viagem.</p>



<p>Partindo-se de Turim, principal cidade da região italiana do Piemonte, em pouco mais de uma hora e a 70 km a sudeste chega-se à região do <strong>Langhe</strong>, terra desses dois tintos, ambos elaborados exclusivamente com a variedade <strong>Nebbiolo</strong>.</p>



<p>Da planície Padana banhada pelo rio Pó, entramos em relevo acidentado limitado ao norte pelo rio Tanaro, importante afluente daquele rio, e tendo ao sul montanhas mais altas que vão formar os Apeninos. De origem celta, o termo &#8220;langhe&#8221; significa &#8220;línguas de terra&#8221;, aludindo à forma alongada de colinas paralelas com vales entre elas.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Barolo</h2>



<p>O que chama a atenção ao visitar a região são as colinas repletas de vinhedos bem delineados, tendo no alto de algumas delas povoados, com suas igrejas e castelos. Barolo, comuna que dá nome ao vinho, é uma das três que atendem unicamente à DOCG Barolo. As outras duas são Castiglione Falletto (foto do título) e Serralunga d’Alba. Já as comunas de Monforte d&#8217;Alba, Novello, La Morra, Verduno, Grinzane Cavour, Diano d&#8217;Alba, Cherasco e Roddi têm apenas parte de seu território atendendo à denominação Barolo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="614" height="614" data-id="2291" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1647pp.jpeg" alt="" class="wp-image-2291" srcset="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1647pp.jpeg 614w, https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2023/07/IMG_1647pp-400x400.jpeg 400w" sizes="auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px" /><figcaption class="wp-element-caption">vila de Serralunga d’Alba, no alto de uma das colinas</figcaption></figure>
</figure>



<p>Para se ter ideia de sua extensão, saindo a pé de Verduno, no extremo norte da região, chegaremos em Monforte d’Alba no extremo sul em pouco mais de 3 horas.</p>



<p>Costuma-se comparar Barolo com Borgonha pela existência das <strong>MGA </strong>(“Menzione Geografica Aggiuntiva”) na legislação da DOCG italiana. O que é uma MGA? Trata-se duma área de produção delimitada oficialmente dentro da área de produção Barolo DOCG, como uma espécie de “cru”. Existem 170 MGA, além de 11 MGA comunais. Dentro de algumas MGA existem vinhedos cujo nome o produtor quer destacar, podendo acrescentá-lo extraoficialmente ao nome do vinho citando-o junto ao nome da MGA.</p>



<p>É importante destacar que nas MGA não encontramos exclusivamente vinhedos de Nebbiolo, mas também podem conter vinhas de outras variedades, assim como outras culturas e bosques. Lembrando que a Nebbiolo é plantada na área da colina que é mais conveniente (orientação, solo etc.).</p>



<p>Um <strong><a href="https://www.barolomga360.it/cosa-sono-le-mga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mapa dos “crus” do Barolo</a></strong> está no excelente portal www.barolomga360.it , de Alessandro Masnaghetti, que comentarei oportunamente em outra publicação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vinícola Salvattore e a memória do vinho</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/vinicola-salvattore-e-a-memoria-do-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 19:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A impressão que se tem ao visitar a Vinícola Salvattore https://www.vinicolasalvattore.com.br é a de voltar à época de nossos avós. São grandes e pequenos barris, carroça, artefatos do campo e da cantina, ao lado de painéis e tanques de inox. Antonio Salvador se empolga quando fala da compra em 1998 daquele imóvel em Flores da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A impressão que se tem ao visitar a Vinícola Salvattore <a href="https://www.vinicolasalvattore.com.br" data-type="URL" data-id="https://www.vinicolasalvattore.com.br">https://www.vinicolasalvattore.com.br</a> é a de voltar à época de nossos avós. São grandes e pequenos barris, carroça, artefatos do campo e da cantina, ao lado de painéis e tanques de inox.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="996" height="747" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2022/04/IMG_0445pm.jpeg" alt="" class="wp-image-2220"/></figure>



<p>Antonio Salvador se empolga quando fala da compra em 1998 daquele imóvel em Flores da Cunha onde funcionava um antigo moinho, da sua reforma e aquisição de objetos antigos, como a carroça puxada por mula, da antiga Companhia Vinícola Riograndense. Da primeira safra ali, em 2000. Comenta também da viagem à procura de seus antepassados na província vêneta de Belluno.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2022/04/IMG_0454p.jpeg" alt="" class="wp-image-2221"/><figcaption><sup>Antonio Salvador</sup></figcaption></figure></div>



<p>Aluno de enologia de Paolo Fenocchio na Escola de Viticultura e Enologia de Bento Gonçalves, Salvador tem ao seu lado o filho Daniel, então presidente da ABE, Associação Brasileira de Enologia, na época de minha primeira visita à empresa em fevereiro de 2020.</p>



<p>O cuidado na produção de seu vinho mais importante, o Gran Báculo, é demonstrado pelo livro de registro do comprador, com a respectiva numeração na rolha. Esse Cabernet Sauvignon é produzido nas safras mais favoráveis. Sua última edição foi a da safra 2012.</p>



<p>A Salvattore oferece visita e degustação guiada. Vale a pena conhecer.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Luiz Argenta, modernidade sobre a tradição</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/luiz-argenta-modernidade-sobre-a-tradicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 01:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ficou na memória o Granja União Merlot 1958 entre os tintos de idade que tomei na década de 1970. Foi nas terras que produziam as uvas desse e de outros bons vinhos da Companhia Vinícola Riograndense que a vinícola Luiz Argenta escolheu para se estabelecer. São 55 ha no município de Flores da Cunha, região [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ficou na memória o Granja União Merlot 1958 entre os tintos de idade que tomei na década de 1970. Foi nas terras que produziam as uvas desse e de outros bons vinhos da Companhia Vinícola Riograndense que a vinícola <a href="http://www.luizargenta.com.br" data-type="URL" data-id="http://www.luizargenta.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Luiz Argenta</strong> </a>escolheu para se estabelecer. São 55 ha no município de Flores da Cunha, região onde rege a Indicação Geográfica Altos Montes.</p>



<p>Os irmãos Deunir e Neco Argenta fundaram a vinícola com o nome do pai. Deunir é o principal executivo, e acumula o cargo de presidente da UVIBRA, importante órgão do setor.</p>



<p>São as variedades brancas as responsáveis pela maioria dos vinhos ali produzidos, diz o enólogo chefe Edegar Scortegagna. Quando fiz a visita à <strong>Luiz Argenta</strong> em fevereiro de 2020, Edegar ainda não tinha sido escolhido como enólogo do ano 2020 pela Associação Brasileira de Enologia (ABE).</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1479" height="1479" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0408p.jpeg" alt="" class="wp-image-2197"/><figcaption><sup><em> Edegar Scortegagna</em></sup></figcaption></figure>



<p>As instalações são modernas, a cave causa impacto pelo cenário. Lá se pode ter uma experiência sensorial com degustação, sob agendamento.</p>



<p>Os vinhos são valorizados pela apresentação das garrafas, destacando os da linha LA Jovem.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="2009" height="1507" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0695m.jpeg" alt="" class="wp-image-2198"/><figcaption><em><sup>Riesling (Itálico) e Shiraz da Linha LA Jovem</sup></em></figcaption></figure>



<p>Com vista ampla para os vinhedos, o <strong><a href="http://www.clorestaurante.com.br" data-type="URL" data-id="http://www.clorestaurante.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">restaurante Clô</a></strong> é uma boa opção de almoço. O nome é homenagem a Clorinda Argenta, esposa de Luiz Argenta.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1536" height="1536" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0423p.jpeg" alt="" class="wp-image-2199"/></figure>



<p>Existe também um wine bar, no casarão restaurado próximo à entrada da propriedade.</p>



<p>Em resumo: com arquitetura atraente, vinhedos cênicos, bons vinhos e diversidade de programas, vale a viagem!</p>
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		<title>Don Laurindo com vista do vinhedo</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/don-laurindo-com-vista-do-vinhedo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 20:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última incursão pelo Vale dos Vinhedos em fevereiro de 2020, em visita que faço habitualmente há mais 20 anos, encontrei novidades na Don Laurindo, situada no município de Garibaldi: um local de recebimento do turista, com espaço para degustações e loja, adornado de painéis informativos. A vista do winebar é particularmente agradável. Ademir Brandelli, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última incursão pelo Vale dos Vinhedos em fevereiro de 2020, em visita que faço habitualmente há mais 20 anos, encontrei novidades na <strong><a href="https://www.donlaurindo.com.br/" data-type="URL" data-id="https://www.donlaurindo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Don Laurindo</a></strong>, situada no município de Garibaldi: um local de recebimento do turista, com espaço para degustações e loja, adornado de painéis informativos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0372m.jpeg" alt="" class="wp-image-2174"/></figure>



<p>A vista do winebar é particularmente agradável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0375m.jpeg" alt="" class="wp-image-2175"/></figure>



<p><strong>Ademir Brandelli</strong>, filho de Laurindo Brandelli, sempre está aberto à troca de impressões sobre seus vinhos, que surpreendem na evolução de seus aromas e paladar. Particularmente gosto muito de seu Tannat, uma das uvas tintas acessórias à Merlot, na Denominação de Origem Vale dos Vinhedos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0387.jpeg" alt="" class="wp-image-2179" width="840" height="630"/><figcaption><em><sup>Ademir e o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.donlaurindo.com.br/linhas/singolare/memoravel" target="_blank">Don Laurindo Merlot Memorável 2018</a></sup></em></figcaption></figure>



<p>Mais acessível é seu Ancellotta Reserva 2018, uma boa porta de entrada para vinhos tintos, com nariz abundante na fruta, corpo leve e fácil de gostar.</p>



<p>Aos poucos Ademir vai passando a batuta aos seus filhos: Moisés na enologia e Lucas na viticultura. É mais uma geração na <strong>Don Laurindo</strong>, agora em 2021 contemplada com uma linha de vinhos, a &#8220;2 Netos de Laurindo&#8221;. A conferir. Com o tempo.</p>
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		<title>Don Guerino, os vinhos de Alto Feliz</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/don-guerino-os-vinhos-de-alto-feliz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 22:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Pode-se dizer que podemos estabelecer dois momentos recentes: “antes da pandemia” (ap) e “momentos aparentemente mais brandos da pandemia” (dp). Pois foi em fevereiro de 2020 “ap” que fiz minha visita anual à Serra Gaúcha vinícola. Passados dez anos, julguei que era merecida revisitar a Don Guerino. Um pouco fora do roteiro tradicional do turismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pode-se dizer que podemos estabelecer dois momentos recentes: “antes da pandemia” (<strong>ap</strong>) e “momentos aparentemente mais brandos da pandemia” (<strong>dp</strong>).</p>



<p>Pois foi em fevereiro de 2020 “ap” que fiz minha visita anual à Serra Gaúcha vinícola.</p>



<p>Passados dez anos, julguei que era merecida revisitar a <strong><a href="https://donguerino.com.br/" data-type="URL" data-id="https://donguerino.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Don Guerino</a></strong>.</p>



<p>Um pouco fora do roteiro tradicional do turismo de vinhos da Serra, seria uma injustiça deixá-la de fora. Afinal, aliando excelente recepção, bela arquitetura e ótimos vinhos, não tem como errar.</p>



<p>Para quem vem de Porto Alegre rumo a Bento Gonçalves, na altura de São Vendelino ‒ onde os italianos no século 19 começaram a subir a serra ‒ sai-se da ERS-122 para um percurso de 6 km até a vinícola. O município é <strong>Alto Feliz</strong>, colonizado por alemães antes da chegada dos italianos.</p>



<p></p>



<h2 class="has-medium-font-size wp-block-heading">O cenário</h2>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1463" height="1336" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0358_pm.jpeg" alt="vinhedo e recepção" class="wp-image-2143"/><figcaption><em><sup>vinhedo e recepção</sup></em></figcaption></figure></div>



<p>O edifício da recepção com seu vinhedo defronte faz um belo cartão de visita.</p>



<p>Os 60 ha de vinhedos foram em sua maioria constituídos entre 2000 e 2005. A Cabernet Franc clone 214 de Bordeaux, plantada em 2019, é uma das novas apostas da empresa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1535" height="1836" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0344p.jpeg" alt="" class="wp-image-2146"/></figure>



<p>A arquitetura de Daniel Palavro, complementado pelo trabalho de Cristiane Rauber, deu o formato modernas das instalações, com as unidades de restaurante/bar/loja e vinificação unidas por túnel onde se encontram garrafas e barricas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1536" height="1152" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0341m.jpeg" alt="" class="wp-image-2149"/></figure>



<p>Restaurante e loja dividem o primeiro prédio, em ambientes amplos.</p>



<p>Na sala de tanques, um Fiat vintage contrasta com o inox dos tanques</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1152" height="1152" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0352pm.jpeg" alt="" class="wp-image-2151"/><figcaption><em><sup>enólogo Bruno Motter</sup></em></figcaption></figure></div>



<p></p>



<h2 class="has-medium-font-size wp-block-heading">Minha experiência</h2>



<p>Tive uma calorosa recepção de Osvaldo Motter, sua esposa Salete e os filhos Bruno, Maicon e Lucas.</p>



<p>O dia estava bonito. Na mesa/barrica ao ar livre queijos e frios acompanharam o espumante Lumen Brut, um charmat longo blanc de blanc bem elaborado, apresentado numa atraente garrafa espelhada.</p>



<p>Já no restaurante, com ampla visão dos vinhedos, a cozinha está sob tutela de Lucas Motter. O Teroldego Origine 2018, com boa perspectiva de guarda, acompanhou um medalhão com risoto.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1536" height="1641" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2021/10/IMG_0328_pm.jpeg" alt="" class="wp-image-2155"/></figure>



<p>Na visita à elaboração dos vinhos fui acompanhada pelo enólogo Bruno Motter, que me surpreendeu com ânforas de terracota, contrastando com foudres e barricas de carvalho.</p>



<p>Agradeço à família Motter. Espero não demorar tanto tempo para o próximo retorno à <strong>Don Guerino</strong>!</p>
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		<title>Jurançon &#8211; uma região ainda a ser descoberta</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/jurancon-uma-regiao-ainda-a-ser-descoberta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 13:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Jurançon &#8211; uma região ainda a ser descoberta &#160; Quando escolhi Jurançon para ser a primeira região a visitar por conta própria, seu vinho era pouco conhecido. Nesses 17 anos, a situação não melhorou: se naquela época podiam ser encontrados por aqui rótulos do Domaine Cauhapé e do Clos Uroulat, hoje parece ser o Clos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jurançon &#8211; uma região ainda a ser descoberta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando escolhi <strong>Jurançon</strong> para ser a primeira região a visitar por conta própria, seu vinho era pouco conhecido. Nesses 17 anos, a situação não melhorou: se naquela época podiam ser encontrados por aqui rótulos do Domaine Cauhapé e do Clos Uroulat, hoje parece ser o Clos Lapeyre seu único representante.</p>
<p>Em setembro de 2001 aluguei um carro em Barcelona e fui para Pau, cidade do sudoeste francês à beira dos Pirineus. Pela sua posição entre o Jurançon e o Madiran, Pau ‒ mais próxima das vinícolas da primeira região ‒ é uma boa opção para se hospedar.</p>
<p>A escolha inaugural foi espetacular: o <strong><a href="https://jurancon-cauhape.com">Domaine Cauhapé</a></strong>, em Moneim. Dos 4 ha em 1980, a propriedade em 2001 já tinha 35 ha, e hoje 43 ha. Mas os vinhedos ali já existiam no século 16.</p>
<p>A grande estrela é a variedade <strong>Petit Manseng</strong>, essencial aos grandes vinhos doces da denominação <strong>Jurançon</strong>. As uvas são passificadas pela ação do sol e da geada. O Quintessence du Petit Manseng é um dos grandes vinhos de sobremesa franceses. Já Gros Manseng é uma casta utilizada principalmente para a denominação <strong>Jurançon Sec</strong>. As duas são responsáveis por 95% do encepamento da região.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1895" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2018/03/Henri-Ramonteau.jpg" alt="" width="1128" height="747" /></p>
<p>Na minha visita fui recebido pelo proprietário <strong>Henri Ramonteu</strong>, uma das figuras chaves da região. <em>Vigneron artisan</em>, ele é um auto-didata. Dentre os brancos degustados, destaque para o Noblesse 1998 e Noblesse 1999, ambos Jurançon Sec elaborados com a Petit Manseng, com seu paladar seco e intenso. Dentre os <em>moelleux</em>, o fresco e gastronômico Symphonie de Novembre 1999, o harmonioso Noblesse du Temps 1998, o hedonista Quintessence 1996, e o surpreendente Folie de Janvier 1998, de uvas colhidas em 6 de janeiro de 1999, com excelente cremosidade e acidez.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1896" src="https://www.cartasevinhos.com/wp-content/uploads/2018/03/Quintessence.jpg" alt="" width="835" height="885" /></p>
<p>Se naquele momento aos vinhos Jurançon Sec não era dada muita atenção, isso foi aos poucos se alterando. A longevidade desses secos era sub-avaliada. Em 2006, época em que brancos não frequentavam decanters, um sommelier inglês decantou o Jurançon Sec que pedi, mas essa história é comprida e qualquer hora eu conto.</p>
<p>O próprio Henri Ramonteu começou a elaborá-los com mais estrutura, em alguns deles usando a rara uva Camaralet, além da Courbu e da Lauzet.</p>
<p>Bom, depois de tanto tempo, é hora de voltar à região e acompanhar as mudanças.</p>
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		<title>Conhecendo o vinho</title>
		<link>https://www.cartasevinhos.com/vinicolas-pelo-mundo/conhecendo-o-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cartas &#38; Vinhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 01:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vinícolas pelo Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cartasevinhos.com/blog/?p=1616</guid>

					<description><![CDATA[Matt Kramer, jornalista de vinhos de Portland, EUA, costuma dizer que para conhecer um vinho é necessário bebê-lo em diversos momentos de sua maturação. Existe outra dimensão na compreensão do vinho: visitar aonde ele é criado, respirando o ar da região, conversando com o enólogo, vivendo e compreendendo o ambiente onde a bebida nasceu. Posso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Matt Kramer, jornalista de vinhos de Portland, EUA, costuma dizer que para conhecer um vinho é necessário bebê-lo em diversos momentos de sua maturação.<br />
Existe outra dimensão na compreensão do vinho: visitar aonde ele é criado, respirando o ar da região, conversando com o enólogo, vivendo e compreendendo o ambiente onde a bebida nasceu.<br />
Posso dizer que minha visão do vinho nacional mudou totalmente em 1999 com a primeira viagem aos vinhedos da Serra do Nordeste Gaúcho, ou simplesmente Serra Gaúcha. Aldemir Brandelli, João e Juarez Valduga – entre muitos outros – já os conhecia 4 ou 5 anos antes em São Paulo, mas nossa cidade transforma as pessoas em personagens pasteurizados. Lá na sua terra o homem do vinho faz parte do cenário de criação.<br />
Portanto, na próxima viagem de negócios, reserve um momento para você. <strong>Bento Gonçalves</strong> fica a 2 horas de Porto Alegre. Vale a pena alugar um carro e dar uma esticada. Ou vá de férias mesmo: normalmente o Carnaval coincide com a época de safra naquela região. Várias vinícolas possuem quartos, além dos hotéis localizados no Vale dos Vinhedos e na área urbana. Existe até companhia de turismo com foco nesse tipo de programa.<br />
Saindo do Brasil, algumas cidades são privilegiadas: <strong>Santiago do Chile</strong> e <strong>Viena</strong>, por exemplo, tem áreas vinícolas próximas. Aí um táxi pode ser uma alternativa interessante. Um trem rapidamente leva o turista em Paris para a região de <strong>Champagne</strong>.</p>
<p>Algumas regras são importantes:<br />
&#8211; <strong>Programe</strong> com antecedência, estudando a região a ser visitada e contatando as empresas que se quer conhecer, seja diretamente, seja através de seus representantes ou importadores. Muitas vezes existem roteiros da região desenvolvidos pela entidade de turismo local.<br />
&#8211; Não espere visitar mais de duas ou três vinícolas ao dia, de forma que você possa tranquilamente <strong>cumprir horários</strong> e aproveitar o que está sendo conhecido, sem atropelos.<br />
&#8211; <strong>Informe-se</strong> sobre o produtor e sobre a região, para que o aprendizado seja mais eficaz.<br />
&#8211; Várias delas cobram pela recepção e degustação de vinhos. No caso do Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, existe uma ação da APROVALE em padronizar as visitas. Informe-se.<br />
&#8211; É polido que se compre vinhos da empresa visitada quando existe estrutura de comercialização dos seus rótulos. É uma maneira de retribuir o acolhimento e reconhecer a qualidade dos produtos.<br />
&#8211; De volta para casa, não esqueça de <strong>agradecer</strong> quem o atendeu ou quem conseguiu o agendamento. Um e-mail de agradecimento é o suficiente.<br />
Boa viagem.</p>
<p><em>publicado originariamente em 03/2008 no n.1 da revista <strong>FreeTime</strong>, que deu ao texto o título ”Como visitar as vinícolas”</em></p>
<p>[<em>na foto, Sandro Valduga recebe Pagliari na vinícola Terragnolo</em>]</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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